segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Sexo na gravidez é saudável e pode ser feito até o último mês

Sexo na gravidez: quem disse que é proibido? A mulher grávida está saudável, e com o seu organismo em perfeito funcionamento. Gravidez não é doença, portanto, a sensualidade e o desejo estão presentes entre os parceiros. Podemos perceber que muita coisa muda. Mamãe e papai estão confusos com tantas sensações novas, cheios de alegria e dúvidas ao mesmo tempo. 
É natural que ambos tenham dificuldade para lidar com essas novas informações que acontecem nessa etapa da vida do casal. As mudanças acontecem desde o início da gravidez, tanto no corpo como na mente. As alterações hormonais da mulher a deixam com sensações que podem diminuir a libido e a vontade de fazer sexo. Pode acontecer enjoo, vômitos, cansaço e os seios doloridos. A mamãe também pode pensar (erroneamente) que fazer sexo pode prejudicar o bebê ou mesmo provocar um aborto.
Pode acontecer do pai sentir “protetor”, olhar a sua mulher como mãe e não como amante e se afastar dela sexualmente, querendo protegê-la e não prejudicar o bebê. Quando o pai sente segurança em fazer sexo com sua mulher grávida, mas ela ainda não quer, é o momento de um diálogo aberto, procurar o apoio médico e psicológico para que ela tenha segurança na relação. O casal deve agir com respeito, carinho, atenção, paciência e diálogo nesse período. Durante o pré-natal há orientação para todas as dúvidas do casal. Sexo é
muito bom e recomendado durante toda a gravidez, pois sua prática fortalece os músculos do períneo que auxiliam na hora do parto. Sem contar que fazer sexo deixa a mulher feliz e relaxada, e o bebê sente tudo o que a mamãe sente. Estando a mamãe feliz, o bebê estará bem. É um período em que a cumplicidade do casal pode aumentar.
Muitas mulheres, já com o corpo visivelmente grávido, com ao seios e ventre avolumados, sentem-se mais femininas e sensuais, o que faz aumentar o seu desejo sexual e a procura pelo parceiro. Outras grávidas, liberam a sexualidade mais espontaneamente, e acabam experimentando pela primeira vez o orgasmo pleno. Chegam até a causar espanto nos parceiros. É comum a queixa entre algumas gestantes de que neste período necessitam muito mais de maior demonstração de carinho, apoio e certa dose de erotismo do que a necessidade de relação sexual com penetração.
Inovar é o segredo
Uma boa relação sexual não é só penetração. Experimentar outros prazeres eróticos pode despertar ainda mais a libido do casal torná-los ainda mais apaixona- dos, como por exemplo a mas- turbação mútua, sexo oral ou anal, jogos eróticos, beijos, carinhos e atenção que podem ser alternativas à penetração. Entre em cena a criatividade sexual, por meio de jogos eróticos, novas posições e novas fontes de prazer. A vida sexual do casal pode transformar-se numa grande aventura, cheia de momentos inusitados e estimulantes, onde possam expressar suas preferências e fantasias mais íntimas.
Sexo ideal para cada período da gestação
Recomenda-se que, até completar quatro meses de gestação, para evitar um risco maior de sangramento e aborto, a relação sexual deve ser delicada, sem grandes movimentos bruscos ou mudanças de posições ou, ainda, sem posições extravagantes.
Nesse período, a relação não deve ser muito demorada ou prolongada, pois orgasmos repetidos estimulam a contração. Também pelo fato da vagina estar tumefeita e congesta pelo aumento da circulação, estar mais sujeita a irritação, in- fecção (corrimento), sangramento. Seguindo todas as orientações e tomando os devidos cuidados, o casal poderá ter relações até o oitavo mês e meio ou, mesmo, nas proximida- des do parto. Recomenda-se que após o parto, o casal retome as atividades sexuais após quarenta dias, período em que o colo uterino já se encon- tra fechado, já terminou o sangramento pós-par- to e o útero já sofreu uma boa involução. Em hipótese alguma deverá forçar a relação sexual, pois, durante a gravidez, ocorre uma di- minuição da libido. O apetite sexual estará oscilante isto deve ser respeitado para não fragilizar o relacionamento do casal.
Fonte: Com informação do Bolsa de Mulher

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