sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Ivanildo Souza participa do Campeonato Brasileiro de Bocha Paralímpica disputado em Blumenau


Campeonato Brasileiro de Bocha Paralímpica ocorreu pela primeira vez em Blumenau e consagrou como campeã a equipe paulista do Sesi, que conquistou o ouro na disputa por equipes e a prata nos pares BC3. Nas equipes BC1/BC2, o time do Sesi ficou com o ouro após vencer a Smel Mogi (Mogi das Cruzes, SP) na final. Em terceiro lugar ficou a APBS (Santos, SP).

Nos pares BC4, a Tradef venceu para a ADM. Nos pares BC3, do qual todos os clubes se enfrentaram, a APT ficou com o ouro, o Sesi com a prata e a ADFP terminou em terceiro lugar. 

Ivanildo Souza (Ao Centro)
Para Ivanildo Souza, integrante da equipe ADM-PE, a competição realizada em Blumenau foi um sucesso. Ele contou que embora a equipe não ter chegado ao pódio vencedor, mais mesmo assim foi impressionante pois o evento serviu para troca de experiências entre os professores e atletas:

Foi maravilhoso e muito trabalhoso, mas valeu a pena. Foi um grande aprendizado para todos e uma troca muito importante entre cada um dos integrantes que participaram. Já estamos treinando forte, para no próximo mês que acontecerá o XVI Campeonato Brasileiro Individual de Bocha Paralímpica, em Itajaí-SC, entre os dias 02 à 06 de Dezembro. Iremos firmes e fortes em busca de mais uma medalha para nosso município.

Entenda como é divisão das quatro classes da bocha paralímpica, de acordo com o grau da deficiência:

Classe BC 1 – Destinada apenas para atletas com paralisia cerebral, que podem jogar com as mãos ou com os pés. Podem ter um auxiliar para entregar a bola. É permitido um auxiliar. 

Classes BC2 e BC4 – Não é permitido nenhum tipo de ajuda externa. O que ocorre com frequência é a adaptação de um suporte ou cesto para as bolas, fixos ou não, na cadeira de rodas, de modo que facilite ao atleta no momento de pegar as bolas para arremessar. Isso é muito usado em atletas da classe BC4 com lesão medular e com grande comprometimento nos membros superiores. A principal diferença entre atletas das classes BC2 e BC4 é que na classe BC2 o atleta apresenta quadro de paralisia cerebral e na classe BC4 o esportista possui qualquer outro quadro de origem não cerebral (distrofia muscular progressiva, esclerose múltipla, Ataxia de Friedrich, lesão medular com tetraplegia), mas com o grau de comprometimento similar ao da classe BC2. 

Classe BC3 – Participam atletas com maior grau de comprometimento motor, com paralisia cerebral e de condições similares, com origem não cerebral. O jogador é assistido por uma pessoa que tem como função direcionar a calha (dispositivo auxiliar), pela qual a bola será lançada, seguindo rigorosamente as indicações do jogador (de acordo com a direção que o atleta indicar). 

Blog Pão de Açúcar News

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