sexta-feira, 17 de abril de 2015

2018: sem PT, no páreo Alckmin, Serra e Aécio

Com o desgaste sofrido pela presidente Dilma Rousseff e o PT, agora acentuado pela prisão do tesoureiro João Vaccari Neto, o PSDB vê a chance de reciclar um de seus três últimos candidatos ao Planalto. Em tese, o que se diz no partido é que não há mais jogo de cartas marcadas. Hoje, Geraldo Alckmin,
Aécio Neves e José Serra estão todos no páreo para a corrida presidencial, cada um com um estilo e estratégia próprios. Aécio, segundo interlocutores, trabalha para se transformar numa espécie de voz dos movimentos de rua contrários ao governo do PT.  Tem como principal ponto negativo o fato de ter perdido em casa na última eleição presidencial.  Aécio foi derrotado em Minas Gerais, tanto como candidato à Presidência quanto como patrocinador da candidatura de Pimenta da Veiga na corrida estadual.
Como São Paulo assegurou um bom desempenho para Aécio no placar geral, o coro no PSDB de São Paulo é pela escolha de um nome paulista para a vaga. Alckmin, por enquanto, tem optado por uma abordagem “não política”, dizem os colegas de partido. Mantém-se mais concentrado em amenizar problemas da administração estadual que possam virar uma fatura a ser paga lá na frente, como a crise hídrica. E tem optado por evitar ataques diretos à presidente Dilma e ao PT.
Serra, por sua vez, seria a alternativa mais “política” das três, diz um aliado. Há quem aposte que ele teria mais chances, por exemplo, de atrair o PMDB para uma aliança eleitoral, tanto pelo fato de ter origem na legenda, quanto pela boa relação que mantém com alguns caciques da sigla. (Clarissa Oliveira - Blog Poder Online)

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