terça-feira, 4 de novembro de 2014

Vem chumbo grosso por aí


Carlos Chagas
Dois números começam a circular em Brasília, levantando a curiosidade de muitos e o desespero de poucos. São 28 e 11. No caso, 28 deputados e 11 senadores que fizeram  parte da delação premiada de Paulo Roberto Costa e Alexandre  Youssef, acusados de participação na lambança da Petrobras. Seus nomes estão há alguns dias na posse do ministro Teori Zavaski, do Supremo Tribunal Federal.

 Quando se iniciar o processo contra eles, a partir de denúncia do Procurador Geral da República, não haverá como evitar sua divulgação.

Claro que vão negar, argumentando perseguições políticas, mas pesará na equação o fator óbvio de que os dois bandidos presos pela Polícia Federal jamais correriam o risco de mentir em seus depoimentos destinados a reduzir-lhes as penas. 

Podem ser tudo, menos bobos. Junto com os parlamentares implicados na roubalheira estão funcionários públicos, altos e baixos, além de uma tantas empreiteiras já conhecidas, cujos proprietários e executivos responderão pelos crimes praticados.

Em suma, um julgamento para ninguém botar defeito, caso não surjam na  mais alta corte nacional de justiça empecilhos processuais e jurídicos daqueles que frustrariam  a opinião pública e transformariam  as instituições em frangalhos. Continue lendo aqui o artigo na íntegra.

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